Egalité, Liberté et Fraternité

Você já deve ter ouvido muito isso antes, e é a pura verdade: Paris é a cidade mais linda do mundo! E olha que já rodei muito por aí…

Começando pelos museus: nunca é demais passar de novo pelo Louvre para rever La Gioconda, de Leonardo da Vinci, ou as outras feras da pintura italiana, como Caravaggio ou Rafael. Desta vez ainda pude dar uma olhada no recente Museu Quai du Branly e aprender mais sobre os cinco continentes.

Para arrematar, só uma foto na Torre Eiffel; coisa bem de turista mesmo! E, me diga, tem coisa melhor do que estar em Paris como turista? Bater pernas e abrir os olhos para respirar estilo, muito estilo.

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Mas o que mais gosto quando volto a Paris é do clima intimista do bairro do Marais: da liberdade e do jeito democrático de ser do francês. No Marais, o mais frugal dos prazeres se transforma imediatamente em romance.

Fiquei hospedada na Place des Vosges, no charmoso hotel Pavillon de La Reine. Logo ali na esquina tem um bistrô, desses de bairro, chamado Ma Bourgogne. Como o nome já diz, um lugar que serve comida da Borgonha, tocado pela própria dona – que faz corpo-a-corpo com os clientes TODOS os dias e noites.

A especialidade: steak tartar, temperado comme il faut, com mostarda, alcaparras e cebolas fininhas, acompanhado de batatas fritas. É sensacional essa vocação que Paris tem para que seus restôs de esquina sejam tão deliciosos. Estar aqui e não querer ou não poder gastar com chefs maravilhosos e estrelados não é problema algum: os bistrôs de bairro dão conta do recado. Além do mais, não há nada como uma bela sopa de cebolas ao cair da tarde de outono na velha e boa Europa.

Se joga!


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