Quilos porque qui-los (sic)?

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Tenho certeza de que muitos leitores deste blog (pela pesquisa que a gente fez, a maioria é formada por mulheres, entre 30 e 40 anos) já tiveram uma encanação (zinha ou zona) com o peso. Eu não fujo à regra.

Por isso quando li este artigo da revista norte-americana Glamour e a repercussão dele no Brasil, neste link da Ilustrada, fiquei satisfeitíssima. Pensei: é nossa alforria! Até que enfim exemplos de mulheres reais, lindas, modelos e… gordinhas.

Não dá para negar que nós mesmas colaboramos – e muito – para a tal ditadura da magreza, idealizando ser como as divas e achando que comemos demais, fazemos exercício de menos e que o legal é ter cintura fina e peito em pé. Enfim, temos mil razões para odiar a barriguinha saliente ou o quadril largo e para não assumir algumas curvas como algo natural e até saudável.

Obviamente não estou fazendo uma ode à obesidade, que é uma doença. Há uma grande diferença entre comer exageradamente ou ter uma disfunção grave a estar um pouco acima do peso na fórmula que toda mulher conhece de cor, o IMC (índice de massa corporal = peso / altura2). A regra deveria ser: coma bem, seja saudável e, sobretudo, feliz, satisfeita e confiante. Até mesmo com seus pneuzinhos.

Para não ficar só nos conselhos verbais (ou melhor, escritos), dêem uma olhada nesta galeria de fotos e me digam se ter IMC entre 25 e 30 ou vestir um jeans maior do que 42 não pode ser maravilhoso?


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