Quinoa é do mal. Freekeh é do bem.


Quinoa, quem diria, de grão milagroso virou objeto de escórnia. Segundo o jornal inglês The Guardian, numa matéria bem simplista de algumas semanas atrás,  o grão ficou caro demais para o consumidor, fazendo com que os agricultores andinos (que na verdade o cultivam) preferissem junk food…  A discussão ética cresceu entre consumidores conscientes e gastrônomos que promovem a culinária responsável. Mas não demorou muito e estes mesmos consumidores conscientes elegerem seu novo super herói: o freekeh.
O freekeh é um trigo verde assado tão nutritivo e versátil quanto quinoa. Pode ser usado em sopas, saladas, pilafs, etc. e é bem popular no Norte da África e Oriente Médio há mais de 2000 anos. Chegou a Nova York e pode ser encontrado no Whole Foods (claro) e armazéns de comida natural.
Ao menos freekeh  tem nome mais divertido (significa “raspar” em árabe)  e o gosto é melhor que quinoa,mais amendoado.
Em Nova York, Maury Rubin, do City Bakery, a bakery mais verde de Manhattan, abriu um pop-up saudável dentro de uma livraria infantil, o Birdbath, que usa o freekeh para fazer os melhores hamburgers,  como o BBDBB (a versão BirdBath do hamburger de Daniel Bouloud) ou de maçã fuji ao miso shiro. Birdbath fica dentro da Books of Wonder (18th St. com Fifth Ave) e deve abrir como cafee na primavera.


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