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	<title>Carla Pernambuco</title>
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	<description>Blog da chef Carla Pernambuco</description>
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		<title>White Zinfandel</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Feb 2012 21:08:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jacqueline Cantore</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma revista (linda) dedicada à culinária mas com viés de arte (brilhante) como a White Zinfandel (o nome é ótimo) só poderia surgir numa cidade como Nova York. A revista é mensal, temática, e já está no segundo número. O primeiro foi dedicado à Food, um dos primeiros restaurantes do Soho, aberto em 71 na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.carlapernambuco.com.br/wp-content/uploads/2012/02/tumblr_lyexulnCxy1qd0j9u.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2982" title="tumblr_lyexulnCxy1qd0j9u" src="http://www.carlapernambuco.com.br/wp-content/uploads/2012/02/tumblr_lyexulnCxy1qd0j9u.jpg" alt="" width="300" height="427" /></a>Uma revista (linda) dedicada à culinária mas com viés de arte (brilhante) como a <a href="http://www.whitezinf.org/" target="_blank">White Zinfandel </a>(o nome é ótimo) só poderia surgir numa cidade como Nova York. <br />
 A revista é mensal, temática, e já está no segundo número. O primeiro foi dedicado à <a href="http://sohomemory.com/2011/01/29/food-glorious-food/" target="_blank">Food</a>, um dos primeiros restaurantes do Soho, aberto em 71 na esquina da Prince com Wooster e que era espaço para comer e conhecer arte e performances de novos artistas  A segunda edição  é uma ode às <em>tv dinners</em>,  práticas refeições prontas para se comer em frente à TV e símbolo da sociedade americana, só que adaptada à modernidade dos dias de hoje, com ilustrações de jovens artistas e fotógrafos  <br />
 Apesar de parecer erudita, a revista é acessível e relevante. Em março, o tema é <a href="http://tmagazine.blogs.nytimes.com/2012/01/17/cuisine-art-the-dish-on-white-zinfandel/" target="_blank">guerra de comidas</a> e a política atrás da produção de alimentos.  Compre online, no New Museum, ou Collette em Paris.</p>
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		<title>Sumo Citrus</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Feb 2012 20:59:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jacqueline Cantore</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Como é a moda, não? Ou melhor,  como é rápido o fator de aderência de algumas modas! Assim como o kiwi e a maçã honeycrisp há alguns anos, os gourmets e chefs americanos estão animadíssimos com uma fruta nova no mercado (e vocabulário deles). É a fruta mais badalada dos últimos meses e até site [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.carlapernambuco.com.br/wp-content/uploads/2012/02/sumo-pic.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2981" title="sumo pic" src="http://www.carlapernambuco.com.br/wp-content/uploads/2012/02/sumo-pic.jpg" alt="" width="530" height="341" /></a>Como é a moda, não? Ou melhor,  como é rápido o fator de aderência de algumas modas!<br />
 Assim como o kiwi e a maçã honeycrisp há alguns anos, os gourmets e chefs americanos estão animadíssimos com uma fruta nova no mercado (e vocabulário deles). É a fruta mais badalada dos últimos meses e <a href="http://www.sumocitrus.com/Default.aspx" target="_blank">até site exclusivo tem:</a> <a href="http://www.sumocitrus.com/sumo_in_the_media.aspx" target="_blank">sumo</a> (provavelmente porque é grande, gorda e feia).  Surgiu no Japão nos anos 70, onde ficou conhecida como <em>dekopon</em>, existe na Coréia, conhecida como <em>hallabong</em>, e para os brasileiros seria uma variedade da tangerina poncã. Tem sabor de laranja, mas gomos como uma tangerina, não tem sementes, é três vezes o tamanho de uma laranja e super doce. São poucos os produtores locais, todos na Califórnia, portanto uma desculpa perfeita para o Eataly e Whole Foods cobrarem caro: $13 pela caixa.</p>
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		<title>Brasil no Prato e cerveja no copo</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Feb 2012 17:28:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carla Pernambuco</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No começo da semana fui até a Cervejaria Nacional para gravar um dos episódios da nova temporada do meu programa Brasil no Prato. Para quem ainda não ouviu falar, o lugar é uma espécie de fábrica-bar. Reúne uma cervejaria artesanal onde são produzidas cinco variedades de cervejas, servidas como chope, e um bar e restaurante, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No começo da semana fui até a Cervejaria Nacional para gravar um dos episódios da nova temporada do meu programa <strong><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.bemsimples.com/br/programas/brasil-no-prato/" target="_blank">Brasil no Prato</a></span></strong>. Para quem ainda não ouviu falar, o lugar é uma espécie de fábrica-bar. Reúne uma cervejaria artesanal onde são produzidas cinco variedades de cervejas, servidas como chope, e um bar e restaurante, onde você pode harmonizá-las com os petiscos e pratos servidos ali mesmo.</p>
<p>Em um ótimo bate-papo com o um dos sócios de lá, o Dudu Toledo, entre um assunto e outro, fomos além da mera explicação dos tipos diferentes da bebida: pude conhecer todas as instalações da fábrica e ainda conferir algumas receitas deliciosas que o chef da casa, Alexandre Cymes, criou utilizando algumas de suas cervejas.</p>
<p>É o caso da costelinha de porco, que é preparada com molho barbecue e a cerveja Kurupira Ale&#8230; desmancha na boca. Um sucesso! Aliás, essa foi uma das cervejas que mais gostei. O Dudu me explicou que ela é produzida a partir de uma receita de alta fermentação e que possui aromas de malte, toffee e frutado.</p>
<p>Também gostei da Domina, que tem aromas de banana e cravo e um amargor leve e refrescante, seguindo o estilo clássico alemão que faz sucesso por aí. Ela é preparada com malte de trigo e não é filtrada. Além dessas variedades, a cervejaria produz também a Y-îara Pilsen, a Sa’si Stout e a Mula IPA, além de ter sempre alguma opção sazonal, uma tradição entre os países cervejeiros.</p>
<p>Você deve ter reparado que as cervejas foram batizadas com nomes curiosos. A intenção é remetê-las às lendas populares brasileiras e dar uma cara bem nacional ao que é produzido ali. Eu adorei a criatividade desses meninos e também fiquei impressionada com o ambiente que construíram em torno do tema.</p>
<p>Mas voltando às comidinhas, descobri que lá até as sobremesas têm um toque de cerveja. O Alexandre inventou uma calda de chocolate para acompanhar uma taça de sorvete que leva a variedade Sa’si Stout, uma cerveja mais corpulenta, que passeia bem entre a doçura e o amargor e tem um marcante sabor de&#8230; café!</p>
<p>Minha dica é: comece com as mais loiras, que vão muito bem com o bolinho de arroz com queijo delicioso deles ou a suculenta alheira, e siga em frente com as ales, bem escoltadas pelas carnes, encerrando com uma stout, fazendo par com o sorvete e sua calda. Não preciso nem dizer que é pra ir de táxi, né?</p>
<p>Ah! Já que o assunto é cerveja, aproveito para passar uma receitinha minha que leva a bebida no preparo:</p>
<p> <img title="Receita-fish&amp;chips" src="http://www.carlapernambuco.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Receita-fishchips1.jpg" alt="" width="600" height="1062" /></p>
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		<title>Ano de Portugal no Brasil: nós queremos suas receitas!</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 18:20:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carla Pernambuco</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No dia 7 de setembro de 2012 – não por coincidência, dia da Independência do país – começa o ano de Portugal no Brasil, e vice-versa. Como tem acontecido há um tempo, o Brasil vem estreitando relações com alguns países por meio dessa espécie de acordo, que prevê trocas culturais e de caráter econômico e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-2964" title="Brasil-Portugal" src="http://www.carlapernambuco.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Brasil-Portugal.jpg" alt="Dado Motta" width="600" height="300" /><br />
 No dia 7 de setembro de 2012 – não por coincidência, dia da Independência do país – começa o ano de Portugal no Brasil, e vice-versa. Como tem acontecido há um tempo, o Brasil vem estreitando relações com alguns países por meio dessa espécie de acordo, que prevê trocas culturais e de caráter econômico e social. Uma ideia incrível que, durante um ano, aproxima a duas populações inteiras por meio de uma programação variada.</p>
<p>E claro, que entre essas atividades, a gastronomia não fica de fora – afinal sabe-se muito de um povo ou de um país por seus hábitos alimentares. Ainda mais sobre Portugal, que tem um pouco de historia praticamente escrita em torno de suas comidas&#8230; ou será o contrário?</p>
<p>Por trás da deliciosa alheira, por exemplo, conta-se uma história triste. O prato nasceu com os cristãos novos, judeus que, ao migrarem para Portugal durante a perseguição, foram obrigados a se converter ao catolicismo. Porém, como secretamente mantinham alguns costumes, tinham que descobrir maneiras de disfarçar seus hábitos e tradições. Já que não comiam carne de porco, por exemplo, substituíam as linguiças – itens tradicionais nas paredes das cozinhas portuguesas – pelas tripas de boi recheadas com diversos tipos de outras carnes, misturadas a temperos e pão.  A invenção despistava os perseguidores, convencendo-os de que se tratava de uma típica família católica.</p>
<p>Aliás, a religião também tem forte influência na cozinha de Portugal, principalmente, ao que se refere à doçaria portuguesa. Já ouviu falar em barriga de freira, papo de anjo ou toucinho do céu? Esses doces fazem parte de uma tradição gastronômica do país conhecida como doçaria conventual, conhecida mundialmente pelos seus principais ingredientes, em quantidades nada moderadas: açúcar e ovos.</p>
<p>Ganharam esse nome já que as receitas foram disseminadas nos conventos portugueses após o cultivo do açúcar e a popularização desse item na cozinha, apesar de restrito a uma camada social mais elevada, o que incluía o clero português. Na época, também era muito comum os conventos receberem filhas da nobreza e de famílias ricas que, entre outras aptidões, levavam as receitas sofisticadas de suas residências às cozinhas de sua morada religiosa, onde eram aperfeiçoadas&#8230; Dizem que a composição destes doces tornou-se um segredo guardado a sete chaves. Claro que ao decorrer dos anos e após algumas pesquisas nos arquivos dos conventos portugueses, essas receitas foram reveladas! Ainda bem!</p>
<p>É o caso também dos pastéis de Belém. Reza a lenda que nasceram com monges do Mosteiro de Jerônimos, que buscando manter a existência da ordem, puseram-se a vender pasteizinhos folhados recheados com um delicioso creme à base de ovos, leite e açúcar, servidos quentinhos (hummm, é assim até hoje, o que me dá água na boca só de lembrar). Os turistas que visitavam a famosa cidade bíblica marcada pela Torre de Belém e pelo imponente mosteiro, logo se acostumaram com aquela preciosidade, indo e voltando atrás dos tais pastéis.</p>
<p>A receita é um dos segredos portugueses mais bem guardados até hoje. Diz que o pasteleiro oficial do mosteiro vendeu o segredo a uma família portuguesa, que vem passando de geração a geração aos seus descendentes e, mesmo assim, nunca foi revelado por inteiro. Atualmente, os únicos doces que carregam o nome “Pastel de Belém” são esses, vendidos na antiga <strong><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://pasteisdebelem.pt/pt.html)" target="_blank">Confeitaria de Belém</a></span></strong>. Em outras regiões de Portugal você encontra o doce pela denominação de Pastel de Nata, mas, cá pra nós, ora pois, realmente não é a mesma coisa.</p>
<p>Bom, por aqui, a gente defende esse acordo e quer ver muita troca entre os dois países, principalmente no que se refere ao escambo de receitas secretas&#8230; será que a gente consegue arrancar esses segredinho deles neste ano?</p>
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		<title>Cookies &amp; Cupcakes do Amor</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Feb 2012 22:54:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jacqueline Cantore</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Fevereiro é mês de dia dos namorados por aqui, uma desculpa perfeita para se decorar tudo de cor de rosa, mas também para comer os melhores cookies e cupcakes do planeta! Cookies? Eleni’s!  Os cookies de lá são simplesmente perfeitos.  Sequinhos, não muito doces e decorados com fondant impecável. A loja fica no Chelsea Market, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.carlapernambuco.com.br/wp-content/uploads/2012/02/productimage-picture-sweet_hearts-726_jpg_522x340_crop_upscale_q85.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2958" title="sweet_hearts-726_jpg" src="http://www.carlapernambuco.com.br/wp-content/uploads/2012/02/productimage-picture-sweet_hearts-726_jpg_522x340_crop_upscale_q85.jpg" alt="" width="400" height="275" /></a>Fevereiro é mês de dia dos namorados por aqui, uma desculpa perfeita para se decorar tudo de cor de rosa, mas também para comer os melhores cookies e cupcakes do planeta!</p>
<p>Cookies? <a href="http://elenis.com/" target="_blank">Eleni’s</a>!  Os cookies de lá são simplesmente perfeitos.  Sequinhos, não muito doces e decorados com fondant impecável. A loja fica no <a href="http://chelseamarket.com/" target="_blank">Chelsea Market,</a> tem degustação todas as tardes e você não sai de mãos vazias (aliás presentinhos para qualquer ocasião). Os cookies para Valentine’s Day tem mensagens, é claro, para condizer com o dia de São Valentim&#8230; romântico e americano. Mas são deliciosos! Se a culpa impede você de comer , prefira os mini coraçõezinhos… em caixas com 34…. E guilt-free.</p>
<p>E quanto aos cupcakes, a competição é implacável, afinal, é ícone sagrado do imaginário Americano! Mas esqueça Magnolia Bakery porque está sempre lotada  e vá ao Upper East Side comer um nectar dos deuses: os cupcakes da <a href="http://www.twolittleredhens.com/" target="_blank">Two Little Red Hens.</a> Como é Valentine’s, escolha o classic red velvet, de massa vermelha. Mas se não quiser vermelho, qualquer um… São perfeitos, leves, não esfarelam, não são massudos, não são muito doces, a consistência é inacreditável…demais. E todo mundo na loja sorri, é atencioso e feliz e o mundo é bom…e ainda abre as 8 da manhã! Pode anotar no seu caderninho: <a href="http://www.twolittleredhens.com/" target="_blank">Two Little Red Hens</a></p>
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		<title>Best of 2011</title>
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		<pubDate>Sun, 12 Feb 2012 17:05:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jacqueline Cantore</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Todo ano, a Time Out vota nos melhores restaurantes, comidas e chefs. Depois de publicada, é a edição que a gente carrega na bolsa, seja digital ou impressa. Os finalistas já foram divulgados e enquanto eles contam os votos para eleger os melhores de 2011, por que você não aproveita e confere todos os finalistas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Todo ano, a Time Out vota nos melhores restaurantes, comidas e chefs. Depois de publicada, é a edição que a gente carrega na bolsa, seja digital ou impressa. Os finalistas já foram divulgados e enquanto eles contam os votos para eleger os melhores de 2011, por que você não aproveita e confere todos os finalistas para “Restaurante do Ano”?  São quatro:</p>
<p><a href="http://www.carlapernambuco.com.br/wp-content/uploads/2012/02/BouludSud.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2951" title="BouludSud" src="http://www.carlapernambuco.com.br/wp-content/uploads/2012/02/BouludSud-150x150.jpg" alt="" width="125" height="125" /></a><a href="http://www.danielnyc.com/boulud_sud.html" target="_blank">Bouloud Sud,</a> que fica no comecinho do Upper West Side, na 64 com Central Park West, a zona preferida do megachef Daniel Bouloud recentemente. A cozinha é francesa, Mediterrânea, mesclando Marseille e Nice com Israel, Turquia e Grécia e um pouco de Egito. Segundo a Time Out, o prato imperdível é kataifi de pato; mas o menu inteiro é de dar água na boca: salada turca de nozes e romã;  escabeche de sardinhas com passas;  sopa harira, com lentilhas e merguez de ovelha, tagine de galinha e grapefruit givré. Vale notar que a decoração tem painéis digitais de Vik Muniz.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><a href="http://www.carlapernambuco.com.br/wp-content/uploads/2012/02/thedutch.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2952" title="thedutch" src="http://www.carlapernambuco.com.br/wp-content/uploads/2012/02/thedutch-150x150.jpg" alt="" width="125" height="125" /></a><a href="http://thedutchnyc.com/" target="_blank"><br />
 The Dutch,</a> o restaurante mais festejado de 2011, é mais um de Andrew Carmellini, com comida Americana chic. É excelente, lindo, mas barulhento e o fato de ser “da moda” atrapalha. Os sanduíchinhos de ostras fritas já viraram clássicos (deliciosos,  em <em>mini-buns</em> de leite); a salada de beterraba com ovos defumados também é recomendada, mais, claro, steak tartare, hamburger, frango defumado.  Fica no Soho.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><a href="http://www.carlapernambuco.com.br/wp-content/uploads/2012/02/847.fd_.Isa_.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2953" title="847.fd.Isa" src="http://www.carlapernambuco.com.br/wp-content/uploads/2012/02/847.fd_.Isa_-150x150.jpg" alt="" width="125" height="125" /></a><a href="http://isa.gg/isa/" target="_blank"><br />
 Isa </a>é novíssimo, fica em Williamsburg e tem gente que ama, outros odeiam.  O chef é uruguaio, Ignacio Mattos, já trabalhou no Brasil e também compete como chef do ano. O menu muda diariamente; portanto, este é daqueles que você tem que ir e deixar-se alimentar! O que a revista sugere é optar pelo que soe mais estranho ou qualquer coisa que venha do forno à lenha. Recentemente eles passaram a abrir para brunch e no cardápio tem algo bem inusitado: ovos com boudin noir e pudim de pão.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><a href="http://www.carlapernambuco.com.br/wp-content/uploads/2012/02/TheMonkeyBar.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2954" title="TheMonkeyBar" src="http://www.carlapernambuco.com.br/wp-content/uploads/2012/02/TheMonkeyBar-150x150.jpg" alt="" width="125" height="125" /></a><a href="http://monkeybarnewyork.com/" target="_blank">The Monkey Bar </a>é outro com cozinha Americana, mas dedicada à clássica e sofisticada Nova York. O dono é editor da Vanity Fair, Graydon Carter, e já foi responsável pelo sucesso do Waverly Inn há alguns anos. Ele promete o mesmo para o Monkey Bar e por isso chamou uma equipe inteira nova. Está sempre lotado e o bar estendeu seu horário de funcionamento até 2 da manhã. O chef vem do Craft, Damon Wise, misturou tradição com algumas novidades e também concorre como chef do ano. Suas criações: halibut com chorizo,  pork belly com kimchi e ostras , pato com cogumelos e figos, fetuccine defumado com caviar uni e conservas de cebola. O restaurante é elogiadíssimo e ninguém sai de lá reclamando.</p>
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		<title>Para Torta Perfeitas</title>
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		<pubDate>Sun, 12 Feb 2012 16:44:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jacqueline Cantore</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estes pesinhos de ceramica fazem parte do segredo das tortas tipo vovó donalda, perfeitas e deliciosas.  Os pesinhos são usados para pré-assar massas de tortas e pastelões; fazendo com que fiquem lisinhas enquanto cozinham e não fermentar, borbulhar, enrolar ou até mesmo encolher. Antigamente usava-se feijões; mas mais higiênicos  e recicláveis, os pesinhos são gadgets [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.amazon.com/Orka-White-Ceramic-Double-Weights/dp/B003K09FSU/ref=pd_sbs_k_5" target="_blank"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2949" title="bolinhas2" src="http://www.carlapernambuco.com.br/wp-content/uploads/2012/02/bolinhas2-150x150.jpg" alt="" width="162" height="154" /></a>Estes pesinhos de ceramica fazem parte do segredo das tortas tipo vovó donalda, perfeitas e deliciosas.  Os pesinhos são usados para pré-assar massas de tortas e pastelões; fazendo com que fiquem lisinhas enquanto cozinham e não fermentar, borbulhar, enrolar ou até mesmo encolher. Antigamente usava-se feijões; mas mais higiênicos  e recicláveis, os pesinhos são gadgets obrigatório de todo confeiteiro! A Amazon vende marcas bem populares, <a href="http://www.amazon.com/Mrs-Andersons-Baking-Ceramic-Weights/dp/B00004S1BT" target="_blank">Mrs. Anderson</a> ou <a href="http://www.amazon.com/Orka-White-Ceramic-Double-Weights/dp/B003K09FSU/ref=pd_sbs_k_5" target="_blank">Orka, por menos de 10 dólares</a>.</p>
<p><a href="http://www.amazon.com/Mrs-Andersons-Baking-Ceramic-Weights/dp/B00004S1BT" target="_blank"></a></p>
<p><a href="http://www.amazon.com/Orka-White-Ceramic-Double-Weights/dp/B003K09FSU/ref=pd_sbs_k_5" target="_blank"> </a></p>
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		<title>Torta de nozes para a Rainha!</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Feb 2012 21:31:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carla Pernambuco</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-2945" title="UK" src="http://www.carlapernambuco.com.br/wp-content/uploads/2012/02/UK.jpg" alt="" width="600" height="300" /></p>
<p>Nesta semana a Rainha Elizabeth completou 60 anos de reinado, o segundo mais longo da história da realeza britânica. Sabia que eu simpatizo com a ela? Apesar de toda a pompa e regras sociais da realeza, acho que essa família consegue quebrar um pouco as tradições e, às vezes, mostrar ao mundo que são de carne e osso também.</p>
<p>Polêmicas juvenis e matrimoniais à parte, digo isso, por exemplo, pelo concurso de desenho feito entre crianças da Grã-Betanha para definir o logotipo oficial do Jubileu de Diamantes (como é chamada a comemoração da data). A vencedora foi uma garotinha de apenas 10 anos. <strong><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Diamond-jubilee-embleem.png" target="_blank">Olha o resultado</a></span></strong>, que bonitinho. Simpática a ideia que, de certa forma, valoriza a opinião popular. Talvez por isso a monarca seja tão admirada pelos ingleses.</p>
<p>Bom, voltando, às comemorações, entre as diversas atividades programadas para o ano – exposições fotográficas, visita ao Castelo de Windsor, mostra de diamantes no palácio de Buckinghan etc. –, o que me chama atenção é a tentativa de envolver a população nesse evento e aproximar a realeza de seus súditos por meio do The Big Jubilee Lunch, que em português significa O Grande Almoço do Jubileu.</p>
<p>Na ocasião, as pessoas são estimuladas a reunirem suas famílias, amigos e vizinhos para a realização de um almoço comunitário. Em várias regiões de Londres você pode se juntar a grupos tradicionais e levar a sua contribuição (tem até <strong><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.thebiglunch.com/map/index.php" target="_blank">um mapinha</a></span></strong> e receitas para o dia).</p>
<p>A ideia destes banquetes coletivos é interessante, mas o que passa mesmo pela minha cabeça é como devem ser os banquetes comemorativos da realeza? Bom, inúmeros cardápios de eventos reais já foram divulgados, inclusive recentemente, o do casamento do Príncipe William com a plebeia Kate Middleton (chique e bem composto, mas que não fugiu muito ao que alguns buffets tradicionais de casamento no Brasil fazem, por exemplo).</p>
<p>E para as comemorações do jubileu, dizem que a equipe de cozinha responsável pelos eventos deste ano deve seguir a tendência gastronômica mundial de valorização de ingredientes locais. Por isso, tortas recheadas e os cozidos devem aparecer com tudo nos menus reais.</p>
<p>Aliás, acho interessante também as tradições em torno das comidas da realeza. Os bolos de casamento, por exemplo, costumam seguir aquela linha clássica do bolo de frutas secas e nozes. Mas carregam alguns diferenciais em sua composição. Os ingredientes e a técnica de preparo usados para a sua confecção são pensados para que um pedaço do bolo possa ser conservado para ser consumido no dia do batizado do primogênito do casal. Diz a tradição que traz sorte ao herdeiro&#8230;</p>
<p>E fazendo as minhas pesquisar por aí, descobri que a Sra. Rainha Elizabeth II também se aventura na cozinha. Dizem que uma das coisas que ela sente prazer em preparar pessoalmente é a sua torta de nozes e coco. Bom, ainda não descobri a receita da torta da Rainha, mas de presente pelos seus 60 anos de reinado, ofereço uma das minhas receitas de torta de nozes&#8230; hummm!</p>
<hr />
<p><img class="alignnone size-full wp-image-2944" title="Receita de Torta Nozes" src="http://www.carlapernambuco.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Receita-Torta-Nozes-vertical.jpg" alt="" width="600" height="1082" /></p>
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		<title>Eu tapeo, tu tapeas&#8230;</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 22:12:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carla Pernambuco</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nos últimos tempos, São Paulo viu pipocar pela cidade casas especializadas em tapas. A moda pegou com tanta força por aqui que ate restaurantes que não carregam a bandeira espanhola vêm incluindo alguns desses petiscos em seus menus. Mas, de onde vem essa onda? Nas cidades espanholas, em maior ou menor grau, você encontra espalhado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-2939" title="Tapas" src="http://www.carlapernambuco.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Tapas.jpg" alt="" width="600" height="300" /></p>
<p>Nos últimos tempos, São Paulo viu pipocar pela cidade casas especializadas em tapas. A moda pegou com tanta força por aqui que ate restaurantes que não carregam a bandeira espanhola vêm incluindo alguns desses petiscos em seus menus.</p>
<p>Mas, de onde vem essa onda? Nas cidades espanholas, em maior ou menor grau, você encontra espalhado por todo canto bares paro o famoso “tapeo”. Há algumas lendas que explicam o surgimento desse estilo de se comer. A que, em minha opinião, parece mais lógica, surgiu no começo do século 20, quando o Rei Afonso XIII parou em uma estalagem para descansar e pediu um copo de vinho. Um funcionário do lugar, preocupado em servir o melhor para realeza, cobriu a taça com um pedaço de presunto para que não entrasse pó no interior do copo.</p>
<p>O rei, que bebericou e tratou de dar fim ao presunto, adorou a ideia e tornou a fazer o pedido, dessa vez exigindo que seu vinho viesse acompanhado do belisco&#8230; toda a sua comitiva comeu a mesma coisa e, assim, a moda foi pegando.</p>
<p>O presunto cru, aliás, é até hoje um dos principais ingredientes das tapas tradicionais, que podem também levar queijos, frutos do mar, legumes, entre outros ingredientes. Por aqui a coisa chegou mais moderninha, por vezes com itens mais sofisticados e a criatividade de nossos chefs rolando solta. Até trufa eu já vi em tapas por aí&#8230;</p>
<p>Claro que boas combinações, ingredientes de qualidade e tapas bem feitas são fundamentais para atrair adeptos, mas pra mim, uma das coisas mais bacanas nessa história é mesmo o fato de se tratar de um estilo de comer. Mais do que uma cozinha, tapear significa compartilhar. É sair de casa buscando aquele prazer de beber e beliscar em boa companhia. É escolher um ambiente simples, a bebida que te atrai naquele momento, chamar os amigos e pessoas queridas e ficar horas ali, sem pensar no tempo, aproveitando não só a comida mas um momento especial.</p>
<p>Acho que esse é o motivo das tapas estarem fazendo sucesso em São Paulo. Uma cidade onde, culturalmente, sair para comer é forma de socialização em diversos âmbitos: pessoal, profissional, sentimental. É sem dúvida uma ótima alternativa para programas menos formais e diversão garantida. Então, saiba escolher sua companhia e saia tapeando por aí!</p>
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		<title>As deliciosas férias de Beatriz</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 18:01:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carla Pernambuco</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Há alguns dias avisei pela minha fan page no Facebook que iria tirar uma semaninha de férias. Bom, já estou de volta e cheia de vontade de contar pra vocês sobre o destino que escolhi para descansar. Alguém aqui já ouviu falar de Palhoça, em Santa Catarina? A cidade litorânea do sul do país abriga [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-2936" title="ilha_do_papagaio" src="http://www.carlapernambuco.com.br/wp-content/uploads/2012/01/ilha_do_papagaio.jpg" alt="" width="600" height="300" /><br />
 Há alguns dias avisei pela minha fan page no Facebook que iria tirar uma semaninha de férias. Bom, já estou de volta e cheia de vontade de contar pra vocês sobre o destino que escolhi para descansar. Alguém aqui já ouviu falar de Palhoça, em Santa Catarina?</p>
<p>A cidade litorânea do sul do país abriga uma série de ilhas. E foi na Ilha do Papagaio que decidi passar alguns dias entre a natureza e aproveitar aquele cenário paradisíaco para finalizar mais um de meus projetos: o livro infantil <em>As deliciosas férias de Beatriz.</em> Minha personagem, não por coincidência, também está de férias no sul do Brasil. Mas isso é um assunto que deixo para outro post.</p>
<p>Voltando às férias, me hospedei na pousada que leva o mesmo nome da llha e fiquei simplesmente maravilhada com tudo. Entre as indicações do <strong><span style="text-decoration: underline;"><a href=" http://www.roteirosdecharme.com.br/" target="_blank">Roteiros de Charme</a></span></strong> (o que não é pra menos), o lugar é privilegiado, com uma vista lindíssima dos quartos e de praticamente todos os ambientes.</p>
<p>Com acomodações confortáveis e charmosas e o serviço impecável, a sensação é de se estar em uma deliciosa casa de praia. Com instalações literalmente “pé na areia”, o quintal desta “senhora casa de praia” é o mar&#8230; e tem lugar melhor para descansar – e se inspirar – do que de frente para o mar nas lindas praias do sul?</p>
<p>Porém, além de todos esses aspectos naturais, o que conquista ali e faz a gente querer voltar sempre é o clima de afeto da pousada, o cuidado que a família de proprietários tem com absolutamente tudo, dirigindo o lugar com muito profissionalismo e, o mais importante, muito carinho e amor pelo que fazem.</p>
<p>E em matéria de gastronomia, a pousada também se destaca pela delicadeza e cuidado com as refeições.  A coisa por ali é tão bacana que até troquei umas receitas com os proprietários e cozinheiros. Aliás, trouxe na mala a receita da deliciosa mini ciabatta que eles servem no café da manhã e no couvert&#8230;hummmmmm</p>
<p>Bom, segue o link da Pousada Ilha do Papagaio para você começar a planejar as suas próximas férias:<strong><span style="text-decoration: underline;"><a href=" http://www.papagaio.com.br/" target="_blank"> http://www.papagaio.com.br/</a></span></strong></p>
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