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	<title>Carla Pernambuco</title>
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	<description>Blog da chef Carla Pernambuco</description>
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		<title>O Rio de Janeiro continua lindo&#8230;e gostoso!</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 14:29:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carla Pernambuco</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Confesso que, inicialmente, a ideia do meu penúltimo post era falar sobre todas as ótimas novidades que encontrei no Rio em minha última vista, mas o meu querido Troisgros rendeu tanto assunto que acabou ocupando o post todo&#8230; Mais tá em tempo, né? Tive a oportunidade de conhecer, em Botafogo, o Irajá: restaurante muito gostoso, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.carlapernambuco.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Iraja.jpg"><img class="alignnone  wp-image-3113" title="Iraja" src="http://www.carlapernambuco.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Iraja.jpg" alt="" width="507" height="516" /></a></p>
<p>Confesso que, inicialmente, a ideia do meu penúltimo post era falar sobre todas as ótimas novidades que encontrei no Rio em minha última vista, mas o meu querido Troisgros rendeu tanto assunto que acabou ocupando o post todo&#8230; Mais tá em tempo, né?</p>
<p>Tive a oportunidade de conhecer, em Botafogo, o <a href="http://www.irajagastro.com.br/">Irajá</a>: restaurante muito gostoso, instalado numa linda casa histórica, cujo projeto de interior, inteligente e charmoso, é obra do arquiteto Maurício Nóbrega, que conseguiu misturar o antigo e o novo com a maior sintonia. Entre os vários atrativos do novo restô está o preço justo e nada abusivo, que foge um pouco daquilo que encontramos na Zona Sul. Além disso, o principal, aliás, é que a comida do chef Pedro de Artagão é surpreendente: inovadora, fresca, deliciosa, brasileira, leve e chique&#8230;</p>
<p>Em minha primeira experiência, sentei à mesa do chef, uma távola redonda para oito ou dez pessoas, onde comi feito rainha! O menu-degustação seguiu a seguinte ordem: salada de tomates com creme de mussarela de búfala, farofa de pão italiano, bolinho de queijo coalho sobre coulis de damascos, ovo em baixa temperatura com curau, pirarucu com palmito e pimentas, gnudi (espécie de nhoque) de batata-baroa com mix de cogumelos, bolo de brigadeiro desconstruído&#8230; a cada prato que chegava, o comentário geral na mesa era o mesmo: hummmmm!!!! Por tudo isso, com certeza, o Irajá, um misto de bar com restô-gastrô, já virou point obrigatório daqueles que gostam de comer, beber e se divertir na Cidade Maravilhosa.</p>
<p>A outra novidade carioca é o Brigite&#8217;s, um pequeno bistrô na Dias Ferreira, mesma rua que ficava o Carlota Rio, no Leblon. As proprietárias são as mesmas do Sushi Leblon e do Zuka e fizeram do restaurante um lugar muito agradável e charmoso&#8230; acho que conseguiram imprimir muito bem a alma feminina que há por trás desses empreendimentos. Gostei bastante do cardápio, que apesar de enxuto, é criativo e moderninho. Aliás, gostei, sobretudo, das opções vegetarianas e das entradinhas. Entre as primeiras, cito o papardelle de pupunha em parmesão trufado e os deliciosos tempurás de aspargos e vagem francesa.</p>
<p>Acho que agora, as minhas dicas para o Rio estão completas. Não dá pra comer mal por lá, hein? Aproveito e passo a receita do risoto primavera incrível que provei no Irajá pra vocês não ficarem apenas na vontade:</p>
<p><strong>Risoto primavera &#8220;quase sem arroz&#8221;</strong><br />
<em>4 porções</em></p>
<p><strong><em> Ingredientes do Risoto:</em></strong></p>
<p>- 30g alho<br />
- 50g cebola<br />
- 50g arroz vialone nano<br />
- 50g palmito pupunha<br />
- 50g mandioca descascada<br />
- 50g alho porró( parte branca)<br />
- 50g aipo<br />
- 50g couve flor (talo)<br />
- 50g champignon paris<br />
- 50g nabo japonês<br />
- 50g pepino (sem semente e sem pele)<br />
- 100g manteiga<br />
- 100g queijo grana padano<br />
- 100ml vinho branco<br />
- sal<br />
- pimenta do reino<br />
- caldo de legumes</p>
<p><strong><em> Ingredientes da Salada:</em></strong></p>
<p>- 4 mini cenouras<br />
- 4 mini alho porró<br />
- 4 mini aipos<br />
- 4 vagens francesa<br />
- 4 ervilhas torta<br />
- 1 mini abobrinha laminada<br />
- 1 mini funcho cortado em 4 pçs<br />
- manjericão<br />
- manjericão roxo<br />
- salsa<br />
- coentro<br />
- ciboulete<br />
- folha de cenoura<br />
- flor de manjericão<br />
- flor de funcho<br />
- flor bourrage<br />
- flor capuccine<br />
- mini amo- perfeito<br />
- limão<br />
- azeite q.b.<br />
- sal e pimenta</p>
<p><strong><em> Modo de preparo para o risoto:</em></strong></p>
<p>Corte todos os legumes em cubinhos do tamanho de grãos de arroz. Refogue o alho e a cebola em manteiga com um fio de azeite, acrescente o arroz e frite até ficar transparente. Deglaceie com o vinho branco e em seguida acrescente uma concha do caldo, reserve.  Em uma segunda panela, comece a refogar todos os legumes cortados em cubinhos, a começar pela mandioca. Em seguida, acrescente o nabo e a couve flor, e deixe cozinhar por cerca de 5 minutos. Acrescente o restante dos legumes e o arroz reservado. Trate a mistura como um risoto normal acrescentando caldo cada vez que a panela secar;</p>
<p>Enquanto isso, em uma frigideira acrescente uma concha de caldo, uma colher de manteiga e os legumes para a salada deixando somente o aipo e a abobrinha laminada para o ultimo momento.</p>
<p>Voltando ao risoto: finalize com queijo manteiga, sal e pimenta, como um risoto normal. Acrescente a abobrinha e o aipo à frigideira e, em seguida escorra o caldo e tempere com sal pimenta limão e um fio de azeite.</p>
<p><strong>Sugestão do chef:</strong> Sirva o risoto com os legumes quentes e todas as flores, como se fosse uma salada.</p>
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		<title>Tailandês para Nunca Mais Esquecer</title>
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		<pubDate>Sun, 13 May 2012 20:24:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jacqueline Cantore</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pok Pok era um dos restaurantes novos mais esperados do ano: um tailandês comandado por Andy Ricker, um chef que além de premiado, é considerado o Mestre de comida tailandesa nos Estados Unidos. Seu talento vem sendo reconhecido desde que começou em Portland, Oregon, con costa Oeste. Primeiro foi catering e take-out na própria garagem. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.carlapernambuco.com.br/wp-content/uploads/2012/05/pok-pok2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3110" title="pok pok2" src="http://www.carlapernambuco.com.br/wp-content/uploads/2012/05/pok-pok2.jpg" alt="" width="550" height="350" /></a><a href="http://www.pokpokny.com/" target="_blank">Pok Pok</a> era um dos restaurantes novos mais esperados do ano: um tailandês comandado por Andy Ricker, um chef que além de premiado, é considerado o Mestre de comida tailandesa nos Estados Unidos. Seu talento vem sendo reconhecido desde que começou em Portland, Oregon, con costa Oeste. Primeiro foi catering e <em>take-out</em> na própria garagem. Em 2005 veio o primeiro restaurante &#8212; e <a href="http://www.pokpokpdx.com/" target="_blank">primeiro Pok Pok.</a> Vive abarrotado de gente. Depois vieram mais três ainda em Portland  (<a href="http://www.pokpoknoi.com/" target="_blank">Pok Pok Noi, </a><a href="http://www.whiskeysodalounge.com/home" target="_blank">Whiskey Soda Lounge,</a> e <a href="http://www.pokpokpdx.com/" target="_blank">Ping</a>), sempre dedicados à Tailândia, porque Andy tem como missão fazer com que a cozinha thai seja conhecida em toda sua riqueza. E agora ele abre mais dois em Nova York – um restaurante no Brooklyn,<a href="http://www.pokpokny.com/" target="_blank"> Pok Pok NY</a>,  e um boteco no Lower East Side, <a href="http://www.pokpokwing.com/home" target="_blank">Wing.</a><a href="http://www.carlapernambuco.com.br/wp-content/uploads/2012/05/the-fish-640.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-3109" title="the-fish-640" src="http://www.carlapernambuco.com.br/wp-content/uploads/2012/05/the-fish-640.jpg" alt="" width="550" height="297" /></a>Sua inspiração vem grande parte do pub food do Norte da Tailândia e sua cozinha é diferente de qualquer tailandês que você tenha provado&#8230; a não ser que tenha ido pessoalmente a Chiang Mai. A combinação de temperos &#8212; picante-agri-doce-salgado – é inesquecível. No <a href="http://www.pokpokwing.com/home" target="_blank">Wing</a>, é obrigatório provar as asinhas de frango com<em> fish-sauce</em> porque é maravilhoso. E não deixe de tomar um dos <a href="http://www.pokpoksom.com/home" target="_blank">“vinagres” </a>(sério!), super refrescantes! No restaurante o menu é mais extenso e completo, com categorias, histórias e influências distintas.  Até mesmo a carta de coquetéis impressiona.<br />
<a href="http://www.pokpokny.com/" target="_blank">Pok Pok</a> é daqueles thai memoráveis. Não é a toa que o chef é considerado um Mestre: ele leva pok pok (pilão) tão a sério que tem um tatuado no braço.</p>
<p><a href="http://www.carlapernambuco.com.br/wp-content/uploads/2012/05/dtg_pokpok_2012_01_20_bk02_z.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-3107" title="dtg_pokpok_2012_01_20_bk02_z" src="http://www.carlapernambuco.com.br/wp-content/uploads/2012/05/dtg_pokpok_2012_01_20_bk02_z-300x237.jpg" alt="" width="300" height="237" /></a></p>
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		<title>Tablet de Cozinha</title>
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		<pubDate>Sun, 13 May 2012 19:54:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jacqueline Cantore</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os cookbooks impressos ainda tem longa vida pela frente, mas quer adereço melhor para sua cozinha high tech do que um tablet digital? Como o Ipad é meio frágil demais para ficar em pé na cozinha emoldurando suas receitas, apareceu o QOOQ, que é mais resistente (feito de borracha) e parece resolver o problema. Tal [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os cookbooks impressos ainda tem longa vida pela frente, mas quer adereço melhor para sua cozinha high tech do que um tablet digital? Como o Ipad é meio frágil demais para ficar em pé na cozinha<a href="http://www.carlapernambuco.com.br/wp-content/uploads/2012/05/QOOQ_1.jpg"><img class="alignright  wp-image-3101" title="QOOQ_1" src="http://www.carlapernambuco.com.br/wp-content/uploads/2012/05/QOOQ_1-300x263.jpg" alt="" width="223" height="197" /></a> emoldurando suas receitas, apareceu o <a href="http://www.qooq.com/en/" target="_blank">QOOQ,</a> que é mais resistente (feito de borracha) e parece resolver o problema. Tal qual Cinderella, o QOOQ aguenta o calor do fogão, respingos e outros maus-tratos típicos da cozinha. É um gadget na verdade francês, mas divertido e prático e vai ser lançado no mercado americano em Novembro (mas se você quiser <a href="http://www.qooq.com/en/" target="_blank">o francês</a>, já está disponível…na França)  Vem com 3600 receitas (algumas originais francesas vão ser adaptadas para o paladar americano), 1200 vídeos, tabela de calorias, etc.  $399 dolares.</p>
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		<title>Minha impressão: Rangetsu of Tokyo</title>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 21:42:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carla Pernambuco</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Rangetsu of Tokyio; comida japonesa]]></category>
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		<description><![CDATA[Estava dia desses encalacrada no trânsito da Rebouças, a caminho de um encontro com amigos. Antes que eu me tornasse o Michael Douglas do filme Um Dia de Fúria, resolvi dar o cano no compromisso e entrei no Rangetsu of Tokyo. Por trás da fachada um tanto inibidora (dá a impressão de se tratar de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.carlapernambuco.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Tokio_bx.jpg"><img class="alignnone  wp-image-3097" title="Tokio_bx" src="http://www.carlapernambuco.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Tokio_bx.jpg" alt="" width="584" height="390" /></a></p>
<p>Estava dia desses encalacrada no trânsito da Rebouças, a caminho de um encontro com amigos. Antes que eu me tornasse o Michael Douglas do filme Um Dia de Fúria, resolvi dar o cano no compromisso e entrei no <a href="http://www.rangetsu.com.br/">Rangetsu of Tokyo</a>.</p>
<p>Por trás da fachada um tanto inibidora (dá a impressão de se tratar de um protetorado japa daqueles onde, se você não tiver os olhinhos puxados, talvez não seja tão bem recebida), resta um belíssimo restaurante japonês clássico. Ao invés de ir a 10 km por hora para Higienópolis, fui teletransportada para Tóquio. Bela troca, não?</p>
<p>Shabu shabu com direito a <a href="http://www.carlapernambuco.com.br/churrasquinho-d%e2%80%99luxo/">Wagyu</a> , sukiyaki, tirashi (sempre peço nos japas, adoro esse “sushi desconstruído”), battera (sushi prensado de cavalinha, delicioso..).. Terminei meu banquete nipônico com suflê de chocolate com sorvete de chá verde da casa, delicadeza pura, pra pedir a conta com sorriso no rosto.</p>
<p>O que era pra ser uma noite infernal, um pequeno desvio de rota transformou em um jantar memorável. São Paulo tem dessas coisas&#8230;</p>
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		<title>Claude para todos os gostos</title>
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		<pubDate>Tue, 08 May 2012 13:55:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carla Pernambuco</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sou fã do Claude Troisgros há um bom tempo e isso não é segredo pra ninguém. Minha história com ele vem de longa data, quando morávamos todos em NY. Nessa época, eu estudava culinária, trabalhava e ainda era correspondente da Elle. E foi para uma das matérias para a revista que entrevistei o Claude e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.carlapernambuco.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Boucherie_v2.jpg"><img class="alignnone  wp-image-3093" title="Boucherie_v2" src="http://www.carlapernambuco.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Boucherie_v2.jpg" alt="" width="580" height="393" /></a><br />
Sou fã do Claude Troisgros há um bom tempo e isso não é segredo pra ninguém. Minha história com ele vem de longa data, quando morávamos todos em NY. Nessa época, eu estudava culinária, trabalhava e ainda era correspondente da Elle. E foi para uma das matérias para a revista que entrevistei o Claude e conheci essa figura tão cativante, inteligente e bem-humorada: virei fã imediatamente.</p>
<p>E justamente por toda essa história e admiração que, sempre que posso, vou fazer uma visitinha a um de seus restaurantes no Rio. Dessa vez fui a dois e fiquei encantada com essa nova safra de Claude: CT Trattorie, inaugurado há semanas, e CT Boucherie, que abriu há cerca de um ano, ambos em parceria com seus filhos Carolina e o também chef Thomas Troisgros.</p>
<p>A trattorie, recém inaugurada, traz no cardápio uma mistura criativa das cozinhas italiana e francesa, inspirada na história de sua mãe Olympe, italiana que se refugiou com a família em Paris durante a 2ª Guerra Mundial e, como num bom romance, conheceu por lá Pierre Troisgros, mestre da nouvelle cuisine, com quem se casaria alguns anos depois.</p>
<p>Aliás, foi Pierre, exímio açougueiro, que passou os seus conhecimentos de “boucher” ao filho Claude, facilmente reconhecidos em seu outro empreendimento, a CT Boucherie que, com apenas um aninho de vida, já virou um dos meus lugares favoritos na cidade por inúmeros motivos: o charme e a despretensão do lugar, a excelente comida, o serviço, impecável&#8230; impressionante como tudo ali funciona perfeitamente.</p>
<p>Fiquei em dúvida sobre o que gostei mais na Boucherie, se foi da variedade dos molhos que vêm à mesa em jarrinhas e potinhos, ou a farra nos acompanhamentos, que incluem purê de maçãs com maracujá, chuchu gratinado com queijo ementhal, cuscuz marroquino, farofinha crocante, risotinho de quinoa com pupunha, polenta com agrião&#8230;ufa! Tudo isso para destacar ainda mais a estrela da refeição: um belíssimo prime rib.</p>
<p>Portanto, essa é a minha dica para se comer bem no Rio de Janeiro: vá atrás do Claude! Em qualquer dos restaurantes desse querido (que inclui ainda o Olympe e a CT Brasserie) você terá uma experiência deliciosa e que vai ficar na lembrança, pode apostar!</p>
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		<title>O minhocão é nosso!</title>
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		<pubDate>Thu, 03 May 2012 14:52:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carla Pernambuco</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Como muitos já sabem, neste final de semana, em São Paulo, acontece mais uma edição da Virada Cultural, uma iniciativa muito legal da prefeitura da cidade, inspirada num famoso evento cultural que ocorre há 10 anos em Paris, conhecido como “Nuit Blanche”. E a novidade mais quente dessa edição é que um bando de chefs [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.carlapernambuco.com.br/wp-content/uploads/2012/05/ChefsnaRua.jpg"><img class="alignnone  wp-image-3091" title="ChefsnaRua" src="http://www.carlapernambuco.com.br/wp-content/uploads/2012/05/ChefsnaRua.jpg" alt="" width="529" height="443" /></a></p>
<p>Como muitos já sabem, neste final de semana, em São Paulo, acontece mais uma edição da Virada Cultural, uma iniciativa muito legal da prefeitura da cidade, inspirada num famoso evento cultural que ocorre há 10 anos em Paris, conhecido como “Nuit Blanche”. E a novidade mais quente dessa edição é que um bando de chefs vai invadir o Minhocão, num belo esforço coletivo de democratização da gastronomia. O evento Chefs na Rua contará com cerca de duas dezenas de barraquinhas oferecendo a preços populares quitutes, pratos e sobremesas para todos os gostos, madrugada adentro. É claro que o Las Chicas não ia ficar de fora dessa! Minha sócia, a chef Carol Brandão, estará lá servindo nosso trio de guloseimas: quindim de nozes, monkey brownie e copinho de arroz-doce&#8230; hummm.. Você não vai perder, né? Dá pra conferir toda a programação aqui, ó: <a href="http://www.viradacultural.org/programacao">http://www.viradacultural.org/programacao</a></p>
<p>Abaixo, copio o Manifesto dos Chefs na Rua, que explica bem o conceito do evento:</p>
<p><em>A gastronomia no Brasil vem passando por um processo significativo de transição. Da alta gastronomia buscando raízes culturais e regionais nos pratos mais simples à comida popular tentando incluir ingredientes diferentes e sofisticados. Em consequência desse movimento aparentemente contraditório, mas comum em sua essência, a população de gourmets e gastrônomos cresce vertiginosamente. O que antes era um movimento elitizado, hoje atinge a sociedade como um todo. Seja por questões de saúde (no âmbito das dietas ou na busca de alimentos mais saudáveis e seguros), seja por status social (pois “comer bem” virou moda e todos querem estar por dentro do assunto), nós brasileiros estamos evoluindo culturalmente no que se refere à gastronomia.</em></p>
<p><em>Hoje reconhecemos a comida regional, admiramos a cultura gastronômica estrangeira e estamos à busca de novas experiências. Queremos provar novos sabores, entender a origem de determinados alimentos, discutir técnicas culinárias, enfim, experimentar. Temos fome de saber e de comer.</em></p>
<p><em>Mas ainda há muito a se esclarecer no campo da gastronomia. A dita alta gastronomia parece ser apenas aquela ligada apenas a restaurantes caros, com pratos sofisticados, decoração luxuosa, Chefs estrelados e uma reverência próxima à idolatria. Já por comida de rua entende-se apenas um meio de oferecer alimento barato, nem sempre seguro e quase nunca com qualidade. Nessa visão equivocada não se enxerga o quanto há de referência cultural, de história e da nossa própria identidade nas comidas de rua. Tampouco dá-se conta do quanto um Chef de sucesso estudou alimentos, pesquisou, aperfeiçoou técnicas e trabalhou em suas receitas.</em></p>
<p><em>Assim, nos parece um movimento natural dessa evolução apresentar a gastronomia como cultura, com técnicas profissionais e conceito apurado ao grande público. Queremos tornar a boa comida acessível, enaltecer o valor de um bom prato para muito além dos seus ingredientes e mostrar que é possível unir alta gastronomia e comida de rua. Queremos ensinar e aprender. Mas, sobretudo, queremos que a gastronomia seja reconhecida também como expressão artística, integrando-a ao maior evento cultural da cidade de São Paulo, a Virada Cultural. E, sem esquecer que comer é uma necessidade básica, queremos “alimentar os que têm fome”, praticando, assim, a profissão em sua essência: preparar, vender e servir alimentos de qualidade</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>
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